DESDE O TRÓPICO DE CÂNCER

DESDE O TRÓPICO DE CÂNCER

DESDE O TRÓPICO DE CÂNCER 1

�A inteligência artificial assume progresso ou retrocesso? O país da professora Bessie Véliz, pesquisadora no Uehiro Centre for Practical Ethics e o Wellcome Centre for Ethics and Humanities da Universidade de Oxford. Não adiantaremos se o futuro digital eterniza os erros do passado, diz. Se, por cada euro que se investe em novos algoritmos se investisse outro em regulação, teria mais razões pra ser otimistas sobre o futuro.

Um dos maiores riscos da inteligência artificial, começa postando Véliz, é que perpetue os erros e preconceitos do passado, camuflándolos sob um verniz de objetividade. Os sistemas de inteligência artificial treinam a partir de detalhes que refletem as decisões que tomamos no passado. Quando a inteligência artificial de recrutamento de Amazon discriminou as mulheres, não foi já que os homens fossem melhores candidatos para as vagas disponíveis. Por intermédio de uma base de dados que continha um histórico de contratação, Amazon lhe ensinou a teu sistema que a corporação tem preferido contratar homens no decorrer dos últimos 10 anos. Em novas frases, o algoritmo imortalizou-se um preconceito sexista que estava gravado em fatos do passado.

PredPol, o sistema de inteligência artificial utilizado na polícia nos Estados unidos, tem dificuldades iguais. Em vez de prever crimes, que é o que se supõe que teria que fazer, reproduz hábitos de polícia. Aí que a patrulha da polícia, estão crimes que dão a processar o algoritmo, que, por tua vez, recomenda que se mantenha a patrulhar as mesmas áreas.

As áreas onde há superior presença policial, e, em consequência, mais prisões, são áreas povoadas por minorias. O repercussão é que essas minorias estão sendo indiretamente discriminadas. Uma das grandes falácias associadas ao otimismo sobre o big data é acreditar que quanto mais detalhes tivermos, melhor.

Teria que revisitar as frases do poeta T. S. Eliot, que escreveu: “Onde está a percepção que perdemos com o conhecimento? Onde está o discernimento que perdemos com o dado? Diz-Se que o big data irá revolucionar a ciência.

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De instante, a inteligência artificial manifesta mais estupidez do que inteligência. Entre diversas novas limitações, a inteligência artificial só é capaz de rastrear correlações, o que não obrigatoriamente nos leva a compreender melhor as relações de causa e efeito que regem a realidade. O que os algoritmos pra detectar correlações é outro componente que os torna resistentes a reconhecer ou mobilizar transformações.

acredita-se Também que o big data tem o potencial de eliminar os vieses nas decisões humanas; de instante, como vimos, parece que está aumentando os vieses e solidificar o status quo. Um fator que possibilita as mudanças sociais é a inteligência humana de esquecer aquilo que nos prende ao passado.