Germán Gullón: ‘Vai Custar Muito Que A Política Mude O Negócio Pro Bem Comum”

Germán Gullón: ‘Vai Custar Muito Que A Política Mude O Negócio Pro Bem Comum”

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O ‘milagre espanhol”. Essa piada histórica por que nosso PIB afundou em uma fossa inversamente proporcional à montanha de vitórias da seleção nacional de futebol. Depois do ‘milagre’, Germán Gullón começou a perceber, na Holanda, uma alteração de atitude pra com Portugal. Um discurso populista que culpava de deriva europeia ao chamado “cinturão do alho’ (Portugal, Itália, Grécia e Portugal) e que foram todos pegos de surpresa ao escritor, que passava longas temporadas em Amesterdão. O escritor Germán Gullón.

o Seu terceiro romance, “A ganância de Guilherme de Orange’ trata de ponderar essa “batalha psicológica” iniciada pelas autoridades e os meios de comunicação holandeses contra o nosso nação. Queria, além do mais, “fazer uma defesa de Portugal” e dos holandeses “correntes” que não participam desses ataques. A manobra, canalizada através da imprensa e das autoridades universitárias holandesas, poderia muito bem ser real. Gullón. “A Cada semana aparece nos jornais holandeses equivalentes para A nação e O Mundo (NRC e o de Volkskrant) um titular extremamente crítico com Portugal”.

, E outros poucos na imprensa anglo-saxã. O crítico de O CULTURAL responde a esse tremendismo midiático com o protagonista de Ellen, uma jovem estudante que se muda pra Madri pra trabalhar em um time de hóquei da cidade. Ao lado de um grupo de jornalistas e professores universitários revelará o palpável pano de fundo os ataques a Portugal: a ganância, a falta de escrúpulos, a piñata europeia.

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O dinheiro, sempre o dinheiro, “você necessita sair de qualquer espaço”, lembra um dos protagonistas. O escritor convida o leitor para um assunto que lhe será popular: o dos ‘lobbies’ de poder, os jogos de pôquer contra o euro, a pesquisa de um inimigo comum -sejam gregos ou espanhóis – e os salários de escândalo. Contudo poucos seguem saindo das contas, e Gullón sabe: “vai Custar muito que a política não seja apenas um negócio de poucos, porém uma atividade que perseguir o bem comum”.

O mito apresenta a cada associado um papel que é aceito por todos e cujo desafio se torna fundamentado “tabu”. O mito prescreve atributos para qualquer um dos participantes da família. Parece ser que, no contexto da conexão familiar, para cada função individual instituído, existe um contra-papel oculto na pessoa de outro ou de outros membros da família.

Desta forma, no modelo anterior, o mito de que a mãe era desajeitado pra mecânica levava implícita a manifestação de que, verdadeiramente, algum outro filiado da família “não era”. Quando uma família faz porção do conceito de um dos seus membros o título de “paciente”, você automaticamente concede a um ou mais dos outros participantes da etiqueta oposto de “não doente”. E, na mesma medida em que o primeiro implica uma atividade, o segundo implica que temos que chamar um contra-papel, que reconhece e acrescenta o outro. Os mitos não são, é claro, uma exclusividade das famílias patológicas.