Por isso, Você Poderá Socorrer A Arte A Rentabilizar As Suas Poupanças

Por isso, Você Poderá Socorrer A Arte A Rentabilizar As Suas Poupanças

Por isso, Você Poderá Socorrer A Arte A Rentabilizar As Suas Poupanças 1

No entanto, poucos têm essa visão. Na hora de investir e buscar uma rentabilidade duvidosamente se vê à arte. Poucas corporações, corporações e fundações exercem. E muito menos uma poupança característico. “Não é uma prática muito difundida no Brasil nem sequer em outros países”, anuncia Lorenzo de Benito, membro do grupo de busca em Behavioral Finance de Aspas ICADE.

Antes, investir em ouro, tijolo ou Bolsa. E é então em razão de pesam algumas razões, como explica Bento. O mercado da arte, diz, “é muito ilíquido, é dificultoso converter de forma rápida uma obra de arte em dinheiro. Portugal não há muitas empresas especializadas nas diferentes fases do processo de compra-venda”. A inexistência de liquidez é o principal dificuldade, entretanto, é que não existe cultura pra investir em arte como sim para fazê-lo em ouro, jóias e habitação. “Os montes de piedade continuam a existir, a gente deposita tuas jóias e as recupera. Isto não se poderá fazer com uma obra de arte”, diz Elena da Poça, professora da Universitat Politècnica de València, espanha.

A isto se adiciona que não é exatamente um mercado acessível. “Proliferam as casas que compram ouro, contudo não as casas de leilões de obras de arte. E a ninguém se lhe ocorre atravessar por uma galeria de arte e enter. Não existe essa praticidade e acessibilidade pra que ofertantes e demandantes se encontrem em um recinto e tempo”, explica a Referência. Poucos estão preparados para fazer esses investimentos.

“Você necessita de uma alta especialização pra sondar os investimentos potenciais e surgir a uma classificação, frente a outros ativos, como o ouro, que não deixam de ser ‘commodities’ com preço de mercado padrão facilmente acessível e comparável”, adiciona Bento.

Além disso, muitas obras não são inscritas no Registo de bens móveis, deste jeito não há segurança jurídica no momento em que muitas pessoas disputam a domínio de uma peça”, conta o pesquisador. No tempo em que que no caso da habitação, existem os registros de domínio, que “garantem que os que adquirem um imóvel podem se proteger diante terceiros que reclamam a mesma propriedade”, diz.

Contudo nem ao menos tudo são desvantagens no mercado de arte. Conta com uma extenso vantagem: a rentabilidade de uma obra não está sujeita aos altos e baixos que sofre a Bolsa. Com suas vantagens e desvantagens, o certo é que o mercado da arte parece aparecer em Portugal. A nível global, há menos compra e venda, no entanto mais caras, conta De Benito. No nosso país, contudo, acontece o oposto: o sector leva 3 anos de avanço, contudo com preços mais baixos. As vendas de arte em 2016 atingiu 385 milhões de euros, o que representa um aumento de 7% anual. A média por cada aquisição foi de 5.270 euros. 63% das obras comercializadas foi por menos de us $ 5.000 (4.416 euros).

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“mais de 50% dos investidores se gasta menos de 1000 euros para obter uma obra numa residência de leilões. “, explica a professora da Poça. As informações são do último relatório “O mercado de arte em 2017” da economista Clare McAndrew, diretora-geral da Arts Economics, que foi patrocinado na Fundação la Caixa. No final das contas, “o avanço do setor é muito grande”, diz Elisa Hernando. E “o investimento é um de seus pilares. Você coleciona arte, tendo em conta a valorização de artistas, não tal com o foco de compra”, diz.

Grandes fortunas, “organizações que procuram colecionar por motivos empresariais, organizações, por motivos sociais ou particulares, por motivos pessoais e estéticos. A todos une o interesse que tuas compras são revaloricen”, considera Elisa Hernando. A professora Helena da Fonte detalha 3 perfis de investidores: os homicidas, os que compram por desfrutar da obra e para os que querem deixar um legado. E observa: “Um colecionador é um investimento, contudo não um especulador.

Dinamiza tua coleção, quer que o teu investimento não perca valor e espera que se revalorice. Não espera o negócio de tua vida como um especulador que compra só para vender e comprar uma mais-valia”. Mesmo que, segundo o pesquisador De Benito, o perfil de um investidor que só imagine em arte pra investir e comprar uma rentabilidade é uma espécie penoso de descobrir.